6 criminosos que foram dedurados pelos próprios pets
Dá para mentir para a polícia. Dá para mentir para a família. Dá até para mentir para si mesmo. Mas não dá para mentir para o seu cachorro. Nem para o seu gato. Nem para o seu papagaio. Nem, pelo visto, para o seu guaxinim de estimação. Estes seis criminosos aprenderam do jeito mais difícil que o bicho que dorme no pé da cama não é o seu álibi – é uma testemunha. E alguns falam muito.
Titan, o labradoodle – o cão que ficou ao lado do corpo

Derek Daigneault matou a prima, Mandy Rose Reynolds, com um tiro na cabeça, colocou o corpo em uma caixa plástica, levou-o até um terreno em Robinson, no Texas, e ateou fogo. Achou que tinha apagado os rastros. Só não contou com Titan. O labradoodle passou a noite inteira ao lado do corpo em chamas, latindo para os policiais e se recusando a sair dali. Na manhã seguinte, um vizinho encontrou Titan sentado exatamente onde estavam os restos de Reynolds. Graças ao microchip do cachorro, a polícia identificou a vítima e chegou até Daigneault. Câmeras mostraram depois a cabeça de Titan para fora da janela do carro quando Daigneault saía do Walmart, onde tinha comprado a caixa, uma pá e um galão de gasolina. Ele foi condenado à prisão perpétua. O júri levou só 30 minutos para decidir.
Bud, o papagaio-cinzento – a ave que repetiu o crime

Quando a polícia chegou à casa de Martin e Glenna Duram, em Michigan, Martin estava morto com cinco tiros, e Glenna mal sobrevivia a um tiro na cabeça. Ela disse que não lembrava de nada. Os investigadores estavam sem pistas. Então o papagaio-cinzento do casal, Bud, começou a repetir uma frase com a voz de Martin: “Não atira… não atira, p***a!”. A ex-mulher de Martin, que ficou com a ave, contou que Bud repetia as palavras “com clareza, fúria e insistência”. As autoridades concluíram que um papagaio não poderia ser testemunha no tribunal. Mas os gritos da ave mantiveram a investigação de pé – e acharam bilhetes de suicídio, dívidas de jogo e provas suficientes para condenar Glenna por homicídio qualificado. Ela pegou prisão perpétua.